terça-feira, 24 de agosto de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
A mulher Bradesco Prime tem um amante?
Se eu já acahava estranho o filme Brasdesco Prime - Órbita Homem, agora que vi o Órbita Mulher achei mais estranho ainda.
Na sequência de cenas do filme Homem, o início é no café da manhã em família, com uma filhinha. Depois, o homem viaja de avião, tem um almoço executivo, uma reuinão com a gerente do banco, uma apresentação de trabalho, chega em casa, lê para a filhinha e termina no home-theatre com um whisky pra relaxar. Ir pra cama com a mulher, nem pensar!
Mas o Órbita Mulher surpreendeu mais. Veja:
A mulher começa no café da manhã em família, com o marido e um casal de filhos, trabalha, consulta o home banking, faz compras, bota a filhinha na cama E SAI PARA JANTAR FORA COM UM HOMEM QUE NÃO VOLTA PRA CASA COM ELA!!! Termina ouvindo música e lendo um livro sozinha num quarto-escritório.
Gostaria muito de saber qual a mensagem que o Bradesco pretende dar com esses roteiros. Clientes Bradesco Prime têm família de manhã mas não têm à noite? Clientes Bradesco Prime têm duas casas, uma para a manhã outra para a noite? Clientes Bradesco Prime não trepam? Eu é que não quero ser cliente Bradesco Prime.
Na sequência de cenas do filme Homem, o início é no café da manhã em família, com uma filhinha. Depois, o homem viaja de avião, tem um almoço executivo, uma reuinão com a gerente do banco, uma apresentação de trabalho, chega em casa, lê para a filhinha e termina no home-theatre com um whisky pra relaxar. Ir pra cama com a mulher, nem pensar!
Mas o Órbita Mulher surpreendeu mais. Veja:
A mulher começa no café da manhã em família, com o marido e um casal de filhos, trabalha, consulta o home banking, faz compras, bota a filhinha na cama E SAI PARA JANTAR FORA COM UM HOMEM QUE NÃO VOLTA PRA CASA COM ELA!!! Termina ouvindo música e lendo um livro sozinha num quarto-escritório.
Gostaria muito de saber qual a mensagem que o Bradesco pretende dar com esses roteiros. Clientes Bradesco Prime têm família de manhã mas não têm à noite? Clientes Bradesco Prime têm duas casas, uma para a manhã outra para a noite? Clientes Bradesco Prime não trepam? Eu é que não quero ser cliente Bradesco Prime.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Quatorze
Ricardo Teixeira adora o charminho babaca de chamar a Copa do Mundo do Brasil de "a quatorze". Não creio que esteja querendo parodiar O Quinze de Rachel de Queiroz porque duvido que saiba o que é isso. O Quinze trata de pobreza, solidariedade e honra enquanto "a quatorze" é o inverso.
E agora "a quatorze" acaba de ganhar mais uma qualidade: vergonha. Com a decisão do presidente do Fluminense, do presidente da Unimed (este blog não usa a frescura de falar 'a patrocinadora') e do Muricy de não rescindirem o contrato, o Ricardo Teixeira levou uma torta na cara na frente de todo mundo. Fez papel de palhaço.

A soberba que o poder dos contratos da CBF lhe deu, insuflada pelos seus Bem Amigos baba-ovos, fez Teixeira acreditar-se acima do bem e do mal, o todo-poderoso. Escolheu seu treinador-tampão da hora, mandou um estafeta à meia noite para o estacionamento do Maracanã avisá-lo para comparecer à convocação de manhã, chamou um aspone como testemunha e divulgou que o Brasil já tinha um treinador para "a quatorze". Nem se deu ao trabalho de dar uma ligadinha pro insignificante presidente do clube onde o treinador trabalha, afinal presidente de clube não elege presidente da CBF, então foda-se. E de mais a mais, o Fluminense é um timeco, um clubeco, qualquer treinador vai querer trocar aquilo pela honra da "quatorze".
Só que ele estava lidando com um cara tipo O Quinze, pra quem honra é outra coisa. Um cara que simplesmente voltou pro seu trabalho, não pressionou o clube e os presidentes fecharam questão: foda-se a CBF também.
Muricy ainda pisou. "Eu acho impossível o Fluminense me liberar", disse ao Portal Terra depois que saiu da "reunião". E esmagou. "Se o Flu não me liberar, o papo vai ser encerrado. Eu tenho que dar exemplo para os meus filhos. O Fluminense me buscou em São Paulo e eu não posso deixa-lo na mão. Se o Flu não liberar, eu não vou".
Ô seu Teixeira! Vai ler O Quinze, vai. E vê se aprende, rápido. Se não, de vergonha em vergonha, calha do senhor ter que achar um lugar bem grande pra enfiar o que sobrar da sua "quatorze". Se sobrar.
E agora "a quatorze" acaba de ganhar mais uma qualidade: vergonha. Com a decisão do presidente do Fluminense, do presidente da Unimed (este blog não usa a frescura de falar 'a patrocinadora') e do Muricy de não rescindirem o contrato, o Ricardo Teixeira levou uma torta na cara na frente de todo mundo. Fez papel de palhaço.

A soberba que o poder dos contratos da CBF lhe deu, insuflada pelos seus Bem Amigos baba-ovos, fez Teixeira acreditar-se acima do bem e do mal, o todo-poderoso. Escolheu seu treinador-tampão da hora, mandou um estafeta à meia noite para o estacionamento do Maracanã avisá-lo para comparecer à convocação de manhã, chamou um aspone como testemunha e divulgou que o Brasil já tinha um treinador para "a quatorze". Nem se deu ao trabalho de dar uma ligadinha pro insignificante presidente do clube onde o treinador trabalha, afinal presidente de clube não elege presidente da CBF, então foda-se. E de mais a mais, o Fluminense é um timeco, um clubeco, qualquer treinador vai querer trocar aquilo pela honra da "quatorze".
Só que ele estava lidando com um cara tipo O Quinze, pra quem honra é outra coisa. Um cara que simplesmente voltou pro seu trabalho, não pressionou o clube e os presidentes fecharam questão: foda-se a CBF também.
Muricy ainda pisou. "Eu acho impossível o Fluminense me liberar", disse ao Portal Terra depois que saiu da "reunião". E esmagou. "Se o Flu não me liberar, o papo vai ser encerrado. Eu tenho que dar exemplo para os meus filhos. O Fluminense me buscou em São Paulo e eu não posso deixa-lo na mão. Se o Flu não liberar, eu não vou".
Ô seu Teixeira! Vai ler O Quinze, vai. E vê se aprende, rápido. Se não, de vergonha em vergonha, calha do senhor ter que achar um lugar bem grande pra enfiar o que sobrar da sua "quatorze". Se sobrar.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Isto é uma bicicleta?
Sim, é uma bicicleta! E se chama Yike Bike. Foi criada pelo neo-zelandês Grant Ryan.
A Yike pesa 9,8kg, faz 20km/h, pode ser recarregada em 30 minutos, sua bateria de fosfato de lítio faz de 9 a 10km até a próxima recarga, evita gastos com combustível e não emite qualquer poluente. Para completar, em 15 segundos é possível dobrá-la e levar a tiracolo no metrô, no ônibus e até no elevador.
E ainda tem gente que não entende pra quê serve um designer.
A Yike pesa 9,8kg, faz 20km/h, pode ser recarregada em 30 minutos, sua bateria de fosfato de lítio faz de 9 a 10km até a próxima recarga, evita gastos com combustível e não emite qualquer poluente. Para completar, em 15 segundos é possível dobrá-la e levar a tiracolo no metrô, no ônibus e até no elevador.
E ainda tem gente que não entende pra quê serve um designer.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Esse é profissional!
Da série "bom humor vende mais que mulher nua". Click ► "play"
Assinar:
Postagens (Atom)