terça-feira, 8 de março de 2011

Mulher, razão do meu viver


"Eva, de repente, descobrindo uma bela cascata, resolveu tomar um banho de rio. A criação inteira veio então espiar aquela coisa linda que ninguém conhecia. E quando Eva saiu do banho, toda molhada, naquele mundo inaugural, naquela manhã primeval, estava realmente tão maravilhosa que os anjos, arcanjos e querubins, ao verem a primeira mulher nua sobre a Terra, não se contiveram, começaram a bater palmas e a gritar, entusiasmados: "O AUTOR! O AUTOR! O AUTOR!". (Millor Fernandes)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Menos, Nike, menos.

A seleção brasileira de futebol principal estreou hoje, na França, o novo uniforme criado pelos estilistas da Nike para a fase pré-Copa 2014. Três detalhes marcam o novo design: a ausência de detalhes em verde na gola e na manga, a barra horizontal sobre o tórax e design dos números.



Não tenho conhecimento de camisas da seleção sem detalhes em verde na gola e na manga, mas acho legal a inovação. Não fede nem cheira, mas é legal inovar. A barra sobre o tórax nem ajuda nem prejudica a aparência geral mas dá o toque de novidade necessário à comercialização. Como um item estético, vale também. Só não precisava dizer que é uma estilização das pinturas de guerra dos indígenas brasileiros, porque isso, além de ser mentira, é uma bobagem tremenda: nenhum atleta de nenhum esporte precisa – nem deve – se vestir para a guerra. Mas a escolha da tipologia (fonte, na linguagem informática) dos números, convenhamos, passou um pouco da medida.

Inovar em design é legal, repito, mas não tanto ao ponto de prejudicar a compreensão. O design dos números exige que o árbitro, o público no estádio e principalmente o telespectador se esforcem para identificar quem é o jogador. Poderia ser mais simples assim, tipo 2 com “cara” de 2 e 5 com “cara” de 5. Mas como é uniforme provisório até a nossa Copa, vamos ver se a Nike se toca quando criar o definitivo.

Afinal, como na última Copa, o torcedor vai querer ter certeza de xingar o 5 pelo nome dele, sem confundi-lo pelo nome do 2. E como ninguém quer que a história se repita, seria bom a Nike dar uma ajudinha.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

E tudo começou assim...

No nosso mundo digital, quem imagina que já foi preciso ensinar a usar um telefone? Pra quem nunca viu isso, divirta-se. Era assim:

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Na ponta do lápis

O nome da fera é Dalton Ghetti. É brasileiro, radicado nos Estados Unidos, em Bridgeport, Connecticut. Profissão: marceneiro. Que nada! O cara é artista mesmo, e dos bons! Ghetti usa agulhas de costura, lâminas de barbear e facas para fazer suas esculturas. Cada obra demora em média três meses para finalizar e ele nunca vendeu uma peça sequer. As que não guarda para si, presenteia os amigos. Delicie-se com seus lápis. Ele merece, você merece.

Quando a gente pensa que já viu tudo...