sábado, 3 de julho de 2010

Bicicleta dobrável futurista que se transforma em um carrinho de supermercado

Minha amiga twitter Miriam Benke mandou (via twitter) esta preciosidade:



Mais informações sobre esta bicicletinha que se transforma em carrinho de supermercado, clique aqui.

Bom saber que há gente interessada em bom deisgn. Obrigado, Miriam!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A melhor trepada no elevador

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Enviado para o BláBláblog! por Valéria. Você envia, o BláBláBlog! publica.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Meu vizinho Marco Antônio e a Copa do Mundo

Acima do meu ateleier, mora um menininho de 3 anos chamado Marco Antônio. No último natal, Marquinho ganhou de presente (de alguma titia ou vovó, jurou-me o pai) uma flautinha. Entre carrinhos, bolas e super-heróis, o presente que mais o Marquinho adorou foi a flautinha. Uma flautinha daquelas monótonas, cujos furinhos não são furinhos, são rodinhas de plástico adesivo. O único som que a flautinha do Marquinho emite é “fuuuuuu”.

Todas as manhãs, desde o natal passado, eu convivo com o “fuuuuuu” “fuuuuuu” da flautinha do Marquinho. Pelo que percebo das vozes que vêm de cima, o “fuuuuuu” não é irritante só pra mim. Volta e meia, alguém toma a flautinha do menino para se livrar do “fuuuuuu”. Mas piora. O “fuuuuuu” é substituído por um berreiro de manha ensurdecedor, que acaba convencendo o adulto a devolver a flautinha ao Marquinho. E tome “fuuuuuu”!

Aos poucos, fui aprendendo a conviver com a flautinha do pequeno Marco Antônio. Compreensivo com as crianças, convenci-me de que se ele gosta tanto da flautinha, por quê privá-lo? É uma criança, tem direito de se divertir... Passei a ligar a música do meu atelier um pouco mais alta, às vezes trabalho escutando um noticiário de Tv, coisas assim, simples, que acabam abafando um pouco o “fuuuuuu” “fuuuuuu” da flautinha do Marquinho. E como o ser humano se adapta a tudo, adaptei-me ao “fuuuuuu” , esperançoso de que um dia ele ganharia de presente um brinquedo que acabasse por substituir a flautinha na sua predileção. E não é que acertei em cheio?

Ontem o Marco Antônio ganhou uma vuvuzela.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Por que eu não gosto do Dunga.

Ainda não li nem ouvi nenhum dos pofricionais de inprença levantar a voz sobre um tema terrível: O mal que as dungadas estão fazendo no ânimo do torcedor no Brasil.

Primeiro porque ninguém aqui acredita que essa merda vai longe. Depois porque há muito tempo que a galera perdeu o tesão de assistir jogos da "seleção".

Muitas vezes, a seleção saiu do Brasil desacreditada, sempre teve quem reclamasse de uma ou outra ausência ou de uma ou outra presença nos times. Bota ponta! Leva o Romário! Fora Dario! Waldormiro não! etc etc Mas quando ia chegando a hora, neguinho decorava as casas, pintava o asfalto das ruas, fazia bonequinho, pipa, balão, armava palanque com telão e tudo o que a gente já viu aos montes.

Na semana anteiror à estréia de ontem, nenhum murmúrio. Ontem, ruas vazias, bares mais ou menos cheios (mas não lotados). Pra dar audiência num mega telão da praia de Copacabana, foi preciso armar um show de pagode antes. Quando é que o futebol precisou de acessórios pra juntar multidões?

Ontem, olhei pela janela quando o jogo ia começar. Oito gatos pingados, três deles de camisa amarela estavam no bar do outro lado da calçada. Oito. No gol do Brasil, nada de fogos, morteiros, apenas uns gritos. Quando acabou o jogo, a rua ficou deserta.



Liguei pra alguns amigos, pra tentar marcar um chopp pra fofocar. Nada! Todo mundo preferiu tirar uma soneca, brincar com os filhos e outras rotinas. Era dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo!!!

Fiquei pensando... Que grande filha da puta é esse Dunga, que muito mais que arrebentar com o futebol brasileiro, conseguiu brochar a maior paixão nacional!

Não vou me surpreender se começar a aparecer gente torcendo contra. Dunga é prepotente demais pra se dar conta que nenhuma paixão atura uma traição sem acabar em vingança. Que Deus o proteja quando o caldeirão virar. Ou não.